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	<title>Blog do Cyro del Nero &#187; História do Teatro</title>
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		<title>A história dos objetos na cenografia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:14:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Cenografia]]></category>
		<category><![CDATA[História da Cenografia]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os objetos de cena sempre foram definidos pelo diretor em união com o trabalho do cenógrafo que então vai definir volumes e cores e, sobretudo locais onde estes deveriam estar. Foi Antoine no século XIX quem recusou objetos pintados e truques ilusionistas exigindo objetos reais, materiais trazendo sinais de sua existência anterior, de um passado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-213" title="vic_27-cenografia" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2009/04/vic_27-cenografia.jpg" alt="vic_27-cenografia" width="488" height="323" /></p>
<p>Os objetos de cena sempre foram definidos pelo diretor em união com o trabalho do cenógrafo que então vai definir volumes e cores e, sobretudo locais onde estes deveriam estar.</p>
<p>Foi <a href="http://books.google.com.br/books?id=hGmkjjVmuKEC&amp;pg=PA77&amp;lpg=PA77&amp;dq=Antoine++XIX+cenografia+teatro&amp;source=bl&amp;ots=9khRohn8Zh&amp;sig=PGxMB5ajMOBdYr8hg_GPHuS8crQ&amp;hl=pt-BR&amp;ei=c-nkSeyjOt7Htgef5pTtDA&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1" target="_blank">Antoine</a> no século XIX quem recusou objetos pintados e truques ilusionistas exigindo objetos reais, materiais trazendo sinais de sua existência anterior, de um passado reconhecível e táctil.</p>
<p>Efeitos sim, mas verdadeiros. Antoine nos revelou a teatralidade do real. Entretanto em grandes escalas isso não é possível. Por exemplo, as ondas fictícias do rio Reno em encenação de Bayreuth sob a direção e a cenografia de Wieland Wagner. Foi a luz que fez o rio mover-se. Nem uma gota do próprio entrou no palco, naturalmente.</p>
<p><img class="size-full wp-image-211 alignleft" title="hes-talking-production-photos-0551-cenario" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2009/04/hes-talking-production-photos-0551-cenario.jpg" alt="hes-talking-production-photos-0551-cenario" width="213" height="319" /><img class="size-full wp-image-209 alignnone" title="cenario" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2009/04/cenario.jpg" alt="cenario" width="253" height="319" /><br />
Mas Antoine foi mais longe. Colocou carne crua pendurada no palco no espetáculo Os Açougueiros em 1888. Um pouco ingênuo disseram. No espetáculo moderno que foi A Casa de Chá do Luar de Agosto havia uma rubrica solicitando um Jeep no palco. Mas o compromisso dessa teatralidade do real é muito grande.</p>
<p>Muitas vezes é disfarçada a falta de importância do objeto de cena pintando-o apenas. Se você o pintar ele não sairá da parede. Mas se você coloca na parede de um cenário uma vistosa e real espingarda, é necessário que um ator dê um tiro no segundo ato.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-212" title="oidipous-mikro-cenario" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2009/04/oidipous-mikro-cenario.jpg" alt="oidipous-mikro-cenario" width="350" height="262" /></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>O rito das celebrações no universo teatral</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 15:21:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexões sobre o teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatralidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Rito pagão &#8211; Magick Circle / Sir Waterhouse A duração da existência foi sempre dividida entre ritos e celebrações. Por exemplo, os ritos que exorcizam a morte, esse acontecimento indesejado, mas compreendido como início de uma nova existência. Ou as quatro estações que são recebidas com rituais de Primavera – nascimento e floração, Verão &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/waterhouse-magic-circle.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-194" title="waterhouse-magic-circle" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/waterhouse-magic-circle.jpg" alt="" width="339" height="500" /></a></p>
<p><em>Rito pagão &#8211; Magick Circle / Sir Waterhouse</em></p>
<p>A duração da existência foi sempre dividida entre ritos e celebrações. Por exemplo, os ritos que exorcizam a morte, esse acontecimento indesejado, mas compreendido como início de uma nova existência. Ou as quatro estações que são recebidas com rituais de Primavera – nascimento e floração, Verão &#8211; alegria, Outono &#8211; crepúsculo e Inverno &#8211; morte.</p>
<p>Celebrações são criadas pelo homem e há sempre aquela da espera da volta do sol após o Inverno. Em cima da festa pagã milenar do solstício, comemorando a volta do sol no hemisfério norte, em dezembro, a Igreja cristã colocou a celebração do nascimento de Jesus Cristo, substituindo a festa pagã que já existia nessa data.</p>
<p><span id="more-192"></span></p>
<p>O ciclo de vida, paixão e morte de Jesus Cristo, resultou na missa católica, sem que hoje nos lembremos de seus primitivos e totêmicos símbolos. Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu aos seus discípulos, dizendo: Tomai e comei! Este é o meu corpo. Tomando o cálice, rendeu graças e o ofereceu dizendo: Bebei dele todos porque este é o meu sangue.</p>
<p>As celebrações teriam gerado as origens do teatro? O teatro deu forma às celebrações?</p>
<p>Quando o homem teve que explicar o mistério da vida, inventou o teatro como única linguagem decifradora.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>O espirito &#8220;xamânico&#8221; no teatro</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 15:20:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dramaturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo Teatral]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Peça Teatral]]></category>

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		<description><![CDATA[O xamã faz um espetáculo no qual cura os doentes, bate nas rochas e elas vertem água; ordena às nuvens que chova; come fogo e pisa brasas; atravessa o próprio corpo com agulhas e farpas; encanta serpentes; levita; sobe por cordas suspensas no ar; conhece Hipnose, Ilusionismo, Faquirismo, Ventriloquia e também Prestidigitação &#8211; tem dedos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/jesus_indian.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-182" title="jesus_indian" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/jesus_indian.jpg" alt="" width="389" height="500" /></a></p>
<p>O xamã faz um espetáculo no qual cura os doentes, bate nas rochas e elas vertem água; ordena às nuvens que chova; come fogo e pisa brasas; atravessa o próprio corpo com agulhas e farpas; encanta serpentes; levita; sobe por cordas suspensas no ar; conhece Hipnose, Ilusionismo, Faquirismo, Ventriloquia e também Prestidigitação &#8211; tem dedos rápidos.</p>
<p>A experiência xamânica e sua trajetória são universais. Ele antevê o espetáculo teatral.  O primeiro sinal de sua existência especial é seu nascimento sempre marcado por um fenômeno único: nascido de mãe virgem, como o grande xamã do Cristianismo, é concebido por obra do Espírito, por exemplo.</p>
<p>E é o dramaturgo católico Paul Claudel na sua peça teatral <strong>ANÚNCIO FEITO A MARIA</strong> quem decifra o mistério do milagre da concepção pelo Espírito Santo.</p>
<p>Ele aponta o que há de natural no que chamamos milagre da santa concepção, e diz: &#8211; Esse milagre acontece todos os dias. O sol não atravessa o vidro sem quebrá-lo?</p>
<p>Por Cyro Del Nero</p>
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		<title>Evolução Teatral: dos mosteiros alemãos e conquistas territoriais ao futuro renascentista da Mandrágora de Maquiavel</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 16:32:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[História da Antiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[No momento da construção do primeiro mosteiro, os primeiros santos estavam sendo canonizados e uma solitária e culta monja alemã – Hroswitha de Gandersheim &#8211; escrevia uma peça teatral litúrgica e reinventava a dramaturgia a partir de Sêneca*. Enquanto isso, a ordem beneditina encenava pelas ruas da Europa católica o Drama do Cristo Rei. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/tacuinumsanitatis_mandragora.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-174" title="tacuinumsanitatis_mandragora" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/tacuinumsanitatis_mandragora.jpg" alt="" width="372" height="411" /></a></p>
<p>No momento da construção do primeiro mosteiro, os primeiros santos estavam sendo canonizados e uma solitária e culta monja alemã – Hroswitha de Gandersheim &#8211; escrevia uma peça teatral litúrgica e reinventava a dramaturgia a partir de Sêneca*.</p>
<p>Enquanto isso, a ordem beneditina encenava pelas ruas da Europa católica o Drama do Cristo Rei. As farsas teatrais haviam surgido na virada do século X e Constantinopla era ainda a cidade mais importante do mundo, comercialmente e culturalmente, na qual eram conservadas duas culturas para o futuro, a grega e a romana, até que a capital do Bizâncio em uma terça feira chamada terça-feira negra em 29 de Maio de 1453 é tomada pelos Otomanos.</p>
<p>São fundadas na época as universidades de Córdoba e do Cairo e é iniciada a construção da Catedral de São Marcos, em Veneza, para onde são levados os cavalos do Hipódromo de Constantinopla.</p>
<p>Começa a ser concebido um sistema de notação musical que será desenvolvido por Guido D’Arezzo e no final desse século se verá o aperfeiçoamento da pólvora pelos chineses. E o teatro renasce, atravessa as ruas e os currais da idade média e será iluminado por um futuro próximo, renascentista. Chegarão os dias quando se ouvirão os versos da Mandrágora de Maquiavel.</p>
<p>*<em>Lúcio Aneu Séneca (português europeu) ou Sêneca (português brasileiro) (em latim: Lucius Annaeus Seneca; Corduba, Hispânia, 4 a.C. — Roma, 65 d.C.) foi um dos mais célebres escritores e intelectuais do Império Romano. Conhecido também como Séneca (ou Sêneca), o Moço, o Filósofo, ou ainda, o Jovem, sua obra literária e filosófica, tida como modelo do pensador estóico durante o Renascimento, inspirou o desenvolvimento da tragédia na dramaturgia européia renascentista</em>.</p>
<p>Saiba mais sobre o escritor no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9neca" target="_blank">Wikipédia</a>.</p>
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		<title>Máscaras: as relíquias do teatro grego</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:24:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões sobre o teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[O carro de Thespis, cheio de máscaras, é uma convenção lendária confirmada pela existência de mármores atenienses onde se lê seu nome.  E há notícia de que nas suas primeiras apresentações dos concursos dramáticos, onde compunha e cantava ditirambos, ele disfarçou seu rosto com um pó, provavelmente um talco proveniente de chumbo ou gesso, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/mascaras-gregas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-167" title="mascaras-gregas" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/mascaras-gregas.jpg" alt="" width="500" height="393" /></a></p>
<p>O carro de Thespis, cheio de máscaras, é uma convenção lendária confirmada pela existência de mármores atenienses onde se lê seu nome.  E há notícia de que nas suas primeiras apresentações dos concursos dramáticos, onde compunha e cantava ditirambos, ele disfarçou seu rosto com um pó, provavelmente um talco proveniente de chumbo ou gesso, depois pendurou flores nos cabelos e mais tarde passou a usar máscaras de linho que ele criava.</p>
<p><strong>Choirilos</strong>, o ator, foi quem agregou algo às máscaras que impressionou o público &#8211; não sabemos o que &#8211; e Phrinicus criou as máscaras femininas. Após essas alterações, o poeta trágico <strong>Ésquilo</strong>, usou as primeiras máscaras coloridas e outras aterrorizantes.</p>
<p>A majestade do edifício teatral grego, as obras monumentais que nos restaram dos poetas trágicos, o sofrimento expresso na “<em>máscara de Agamemnom</em>” do Museu do Pirreu, a ferocidade das máscaras da Comédia, as ilustrações gloriosas do Teatro nos vasos durante alguns séculos, são o retrato que ficou de tudo isso que chamamos Teatro Grego.</p>
<p><span id="more-164"></span></p>
<p>O que não sabemos é um território imenso: não sabemos dos textos de mais de 150 poetas trágicos; não sabemos detalhes da arte do Ator, da coreografia, da chironomia, da música; gostaríamos de saber muito mais do Coro; nada sabemos da pintura e gostaríamos de saber muito mais da qualidade plástica da Cenografia.</p>
<p>Entretanto, o que ainda conhecemos do espetáculo da tragédia, foi chamado por Nietzsche de “<em>a mais elevada arte de dizer sim à vida</em>”.</p>
<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/actors-masks.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-168" title="actors-masks" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/actors-masks.jpg" alt="" width="399" height="299" /></a></p>
<p><em>Máscaras gregas retratadas em mármore</em></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>A reação Cristã contra o teatro romano</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 15:01:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Romano]]></category>

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		<description><![CDATA[A reação cristã era natural, se lembrarmos que os cristãos eram condenados a combater gladiadores treinados e serviam como carne a ser dilacerada ou queimada para entretenimento dos espectadores. No espetáculo chamado VENATIO, cristãos – em lugar de cachorros – eram oferecidos aos leões. Crucificados e empalados, transformados em tochas vivas no meio das arenas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/the_christian_martyrs_last_prayer_by_leon_gerome.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-158" title="the_christian_martyrs_last_prayer_by_leon_gerome" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/the_christian_martyrs_last_prayer_by_leon_gerome.jpg" alt="" width="544" height="329" /></a></p>
<p>A reação cristã era natural, se lembrarmos que os cristãos eram condenados a combater gladiadores treinados e serviam como carne a ser dilacerada ou queimada para entretenimento dos espectadores.</p>
<p>No espetáculo chamado VENATIO, cristãos – em lugar de cachorros – eram oferecidos aos leões. Crucificados e empalados, transformados em tochas vivas no meio das arenas, até a conversão de Constantino ao cristianismo quando ele modificou o estado das coisas através de leis, &#8211; mas o Estado estava ruindo. Isto em 312 dC.</p>
<p>Em 410 dC. Alarico, um Visigodo, atravessou os Alpes e saqueou Roma.  E mais: por que sua religião não permitia o teatro, deu ordem para que os teatros fossem fechados, para alegria dos cristãos. Portanto, foi o paganismo que acabou com a crueldade do que então se chamava de teatro e em outras eras não havia sido. Não foi o Cristianismo.</p>
<p><span id="more-155"></span></p>
<p>São Crysóstomo, Tertulliano, São Gerônimo e Santo Agostinho &#8211; este, fascinado pelo teatro que assistiu em sua mocidade &#8211; como também os mais sérios pensadores do cristianismo, nunca quiseram sitiar o teatro, apesar de atacar sempre o que estava sendo oferecido ao público.</p>
<p>Mas a não autorização para o funcionamento de um teatro público não implicou a sua extinção nem a imediata desaparição de todos os seus profissionais: estes apenas tornaram-se nômades, procurando audiência nas feiras, mercados e tavernas aguardando a volta das glórias teatrais.</p>
<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/ignatius.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="ignatius" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/ignatius.jpg" alt="" width="180" height="232" /></a></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Arlequin: famoso herói da Commedia dell`Arte</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 18:05:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tempo, Arlecchino, tornou-se o mais famoso herói da Commedia dell`Arte. Suas qualidades eram facilmente reconhecíveis como as de um parasita, o escravo esperto da comédia romana ou como o descendente direto de Mercúrio, aquele que negocia situações. Era servil, ingênuo, mas fiel e cheio de soluções e recursos. Sempre metido em trapalhadas, acaba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/mascara-arlequin.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-151" title="mascara-arlequin" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/mascara-arlequin.jpg" alt="" width="331" height="446" /></a></p>
<p>Com o tempo, <strong>Arlecchino</strong>, tornou-se o mais famoso herói da <em>Commedia dell`Arte</em>. Suas qualidades eram facilmente reconhecíveis como as de um parasita, o escravo esperto da comédia romana ou como o descendente direto de Mercúrio, aquele que negocia situações.</p>
<p>Era servil, ingênuo, mas fiel e cheio de soluções e recursos. Sempre metido em trapalhadas, acaba por se sair bem à custa de manobras cômicas incríveis. Respeita e ama as mulheres. Corre perigo às vezes e por isso precisa de um corpo atlético.</p>
<p>Sua roupa confusa cheia de losangos coloridos exprime seu caráter desigual, inconstante, e por ser dissimulado usa sempre uma máscara preta, para bem escondê-lo. Tem uma bolsa para as mensagens e recados, ou para guardar moedas que nunca são suas. E uma pequena espada apenas como definição e não como arma.</p>
<p><span id="more-149"></span></p>
<p>Usa sempre dinheiro para sair de uma confusão, mas acaba em geral complicando-se ainda mais.  É sempre o agente do “<em>happy end</em>”, mas nem sempre lhe é reconhecida essa virtude. Cria situações confusas e acaba saindo-se bem.</p>
<p>O povo que o assiste nas praças o adora porque seus erros que terminam em acertos, são da maior humanidade. É a personagem ideal para o uso de truques, durante um teatro onde os efeitos e as ilusões se chamavam – enganos.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>Tecnologia marítima nos primórdios do teatro romano</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 13:58:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Roma Antiga]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Marinha, o teatro romano herdou além do velarium que cobria o público, o siparium, cortina da boca de cena que, ao invés de subir no início do espetáculo, descia, revelando primeiro a cabeça dos atores, indo até abaixo do piso do palco. No final do espetáculo a cortina subia, fazendo desaparecer o ator dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/358222513_02933d5904.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-139" title="358222513_02933d5904" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/358222513_02933d5904.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Da Marinha, o teatro romano herdou além do <em>velarium</em> que cobria o público, o <em>siparium</em>, cortina da boca de cena que, ao invés de subir no início do espetáculo, descia, revelando primeiro a cabeça dos atores, indo até abaixo do piso do palco. No final do espetáculo a cortina subia, fazendo desaparecer o ator dos pés para a cabeça. Este <em>siparium</em> era sustentado por dois mastros laterais à boca de cena. Era uma vela marítima, acionada por uma manobra marítima.</p>
<p>Estaleiros romanos e depois vênetos, franceses e ingleses levaram o &#8216;velame&#8217; (conjunto de mastros, vergas, velas e cordames) a extremos de sofisticação, a ponto de tecerem um intrincado e eficiente grafismo nos seus navios, linhas que nos encantam como desenho e sonho, quando examinamos maquetes de galeões, caravelas e veleiros. A história da marinha está cheia de intervenções na arquitetura e no teatro.</p>
<p>As pedras do Partenon foram alçadas, colocadas e travadas com <em>know-how</em> de marinheiros: manobras e guindastes foram trazidos por homens do mar, mestres que eram, desde o dia em que o cedro desceu às águas, como disse Ovídio.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>Santo Agostinho em defesa do teatro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 17:19:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia Antiga]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Velarium Uma das grandes transformações nos edifícios teatrais herdados da Grécia foi criada pelos romanos que resolveram cobrir os teatros com um velarium, para defender o público do sol e da chuva. E convocaram a Marinha, porque somente marinheiros – nos mares ou na terra &#8211; conheciam técnicas de cobrir grandes espaços com tecidos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/cgiherculaneumtheatervelariumrz.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-126" title="cgiherculaneumtheatervelariumrz" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/cgiherculaneumtheatervelariumrz.jpg" alt="" width="500" height="339" /></a></p>
<p><em>Velarium</em></p>
<p>Uma das grandes transformações nos edifícios teatrais herdados da Grécia foi criada pelos romanos que resolveram cobrir os teatros com um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Velarium" target="_blank"><em>velarium</em></a>, para defender o público do sol e da chuva. E convocaram a Marinha, porque somente marinheiros – nos mares ou na terra &#8211; conheciam técnicas de cobrir grandes espaços com tecidos e dominar vento e água.</p>
<p><span id="more-125"></span>No Coliseu, os marinheiros distribuíram cordas em rede simétrica sobre o vão do Teatro, esticando enorme lona; fincaram mastros no perímetro mais alto do edifício circular; fincaram pequenos postes de pedra no chão por fora e ao redor de todo o teatro (que ainda hoje podem ser vistos) e passaram cordas que, partindo dos ilhoses nas lonas, passavam pelos altos mastros e desciam inclinadas até os postes do chão onde eram esticadas e fixadas. Foi uma operação naval, algumas vezes repetida em outros teatros romanos e até em teatros na África.</p>
<p>Os teatros romanos fora do continente europeu foram freqüentados por políticos e intelectuais e inclusive por um santo nascido no deserto da Numídia, Agostinho, quando bispo da região de Hippo no século 4 dC. Sabe-se que ele assistia teatro em Cartago sob um <em>velarium</em>. Agostinho, por ter sido amante do teatro, foi providencial, pois mais tarde ele fez a defesa da sobrevivência do teatro.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>Prof. Cyro del Nero apresenta &#8220;História da Antiguidade; 50 Anos de Visita A Grécia&#8221;?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 17:08:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[História da Antiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Prof. Cyro del Nero estará participando do Fórum Arte Contemporânea e suas Interfaces com o tema História da Antiguidade: 50 Anos de visitas a Grécia. O fórum se dará nos dias 15, 22 e 29 de Outubro de 2008 das 9h00 às 12h00 na sala Sala 22 – Departamento de Relações Públicas, Turismo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/sb10069763c-001.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-130" title="sb10069763c-001" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/sb10069763c-001.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>O Prof. Cyro del Nero estará participando do Fórum Arte Contemporânea e suas Interfaces com o tema História da Antiguidade: 50 Anos de visitas a Grécia.</p>
<p>O fórum se dará nos dias 15, 22 e 29 de Outubro de 2008 das 9h00 às 12h00 na sala Sala 22 – Departamento de Relações Públicas, Turismo e Propaganda – CRP, no campus da ECA USP – Escola de Comunicações e Artes.</p>
<p><strong>Seguem-se maiores Informações:</strong></p>
<p><span id="more-129"></span></p>
<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/divulgacao.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-131" title="divulgacao" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/divulgacao.gif" alt="" width="500" height="791" /></a></p>
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