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	<title>Blog do Cyro del Nero &#187; Personagens</title>
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		<title>O Teatro como o exercício da existência</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 15:41:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Atuação]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[platéia]]></category>
		<category><![CDATA[representação]]></category>

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		<description><![CDATA[O teatro é feito de uma pessoa que representa uma segunda pessoa que é olhada da platéia por uma terceira pessoa: essas três pessoas são: o ator, a personagem e o público. O ator tem a capacidade de imaginar como essa terceira pessoa na platéia, o público, reagiria enquanto ele representasse. Para tanto ele projeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/hi-res.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-204" title="hi-res" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/hi-res.jpg" alt="" width="500" height="353" /></a></p>
<p>O teatro é feito de uma pessoa que representa uma segunda pessoa que é olhada da platéia por uma terceira pessoa: essas três pessoas são: o ator, a personagem e o público.</p>
<p>O ator tem a capacidade de imaginar como essa terceira pessoa na platéia, o público, reagiria enquanto ele representasse. Para tanto ele projeta mentalmente sua personagem e com ela, a si mesmo.</p>
<p>Essas introjeções e projeções simultâneas nos lembram Thomas Mann dizendo que existe uma afinidade natural entre arte e a patologia. O próprio Salvador Dali dizia que ele e um louco eram iguais, com a diferença de que ele não era louco.</p>
<p><span id="more-201"></span>Uma das armas do ator, a primeira antes do espetáculo, é o espelho que permite que o ator e sua personagem vejam a imagem que será vista pelo público. Diante de um espelho ele sabe o efeito que causará. É um jogo profundamente humano e nós estamos sempre assim diante do espelho examinando que efeito nossa persona causará aos outros.</p>
<p>Representamos nos vestindo, nos penteando, nos maquiando, sorrindo e falando para o espelho e depois saímos à rua para o público do grande teatro do mundo. O teatro além de ser uma explicação das relações é também o exercício da existência.</p>
<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/midoris-ophaboom-picture.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-203" title="midoris-ophaboom-picture" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/11/midoris-ophaboom-picture.jpg" alt="" width="400" height="284" /></a></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>O Arlequin: famoso herói da Commedia dell`Arte</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 18:05:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tempo, Arlecchino, tornou-se o mais famoso herói da Commedia dell`Arte. Suas qualidades eram facilmente reconhecíveis como as de um parasita, o escravo esperto da comédia romana ou como o descendente direto de Mercúrio, aquele que negocia situações. Era servil, ingênuo, mas fiel e cheio de soluções e recursos. Sempre metido em trapalhadas, acaba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/mascara-arlequin.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-151" title="mascara-arlequin" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/10/mascara-arlequin.jpg" alt="" width="331" height="446" /></a></p>
<p>Com o tempo, <strong>Arlecchino</strong>, tornou-se o mais famoso herói da <em>Commedia dell`Arte</em>. Suas qualidades eram facilmente reconhecíveis como as de um parasita, o escravo esperto da comédia romana ou como o descendente direto de Mercúrio, aquele que negocia situações.</p>
<p>Era servil, ingênuo, mas fiel e cheio de soluções e recursos. Sempre metido em trapalhadas, acaba por se sair bem à custa de manobras cômicas incríveis. Respeita e ama as mulheres. Corre perigo às vezes e por isso precisa de um corpo atlético.</p>
<p>Sua roupa confusa cheia de losangos coloridos exprime seu caráter desigual, inconstante, e por ser dissimulado usa sempre uma máscara preta, para bem escondê-lo. Tem uma bolsa para as mensagens e recados, ou para guardar moedas que nunca são suas. E uma pequena espada apenas como definição e não como arma.</p>
<p><span id="more-149"></span></p>
<p>Usa sempre dinheiro para sair de uma confusão, mas acaba em geral complicando-se ainda mais.  É sempre o agente do “<em>happy end</em>”, mas nem sempre lhe é reconhecida essa virtude. Cria situações confusas e acaba saindo-se bem.</p>
<p>O povo que o assiste nas praças o adora porque seus erros que terminam em acertos, são da maior humanidade. É a personagem ideal para o uso de truques, durante um teatro onde os efeitos e as ilusões se chamavam – enganos.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>A Arte do Ator</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 16:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Ator]]></category>
		<category><![CDATA[Commedia dell’Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Há na Commédia dell’Arte um fato muito significativo. O ator da Commédia dell’Arte investe tanto de seu caráter e história pessoal na personagem, que ele se transforma na personagem. Torna-se, ele mesmo a personagem que continuamente encarna. E então faz algo historicamente único: vai a um cartório e muda de nome assumindo oficialmente o nome [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/04/commedia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115" title="commedia" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/04/commedia.jpg" alt="" width="256" height="170" /></a></p>
<p>Há na <em>Commédia dell’Arte</em> um fato muito significativo. O ator da <em>Commédia dell’Arte</em> investe tanto de seu caráter e história pessoal na personagem, que ele se transforma na personagem. Torna-se, ele mesmo a personagem que continuamente encarna. E então faz algo historicamente único: vai a um cartório e muda de nome assumindo oficialmente o nome da personagem que ele criou. Brighella, Flautino, Coviello, Pasquino, Tabarino, Bagolino, Fritelino, Bufeto, Trapolino, ou outro nome.</p>
<p>O trabalho do ator da <em>Commedia dell’Arte</em> não tem só a duração do espetáculo. Se ele trocasse de personagem entre um espetáculo e outro espetáculo, as personagens não o invadiriam tanto. Lawrence Oliver já idoso disse que ele conhecia muito bem duzentas personagens e não se conhecia tão bem a si mesmo. O ator da <em>Commedia dell’Arte</em> só conhecia uma personagem que ele mesmo criava e ele se tornava ela mesma. Ele não era um médium entre o ator e a personagem. O ator da <em>Commedia dell’Arte</em> estava convertido a uma personagem única.</p>
<p>Nos outros atores de outros períodos do Teatro, há muitas vezes o oposto: a personagem é sempre o ator. É o que chamamos de ator de uma personagem só, havendo sempre o mesmo ator reconhecível em todos os papéis que ele encarna. É um ator ilhado em seu próprio talento e as personagens são para ele, uma repetição histriônica de si mesmo. Ele serve as personagens e não as absorve.</p>
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