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	<title>Blog do Cyro del Nero &#187; Teatro Oficina</title>
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		<title>As transformações no teatro brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 19:32:06 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/08/1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-68" title="1" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/08/1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/08/01133435.jpg"></a></p>
<p>As transformações na construção de um espetáculo teatral brasileiro foram inúmeras a partir do Teatro do Estudante de Paschoal Carlos Magno e depois do Teatro Brasileiro de Comédia. A seguir vieram o Oficina e o Teatro de Arena.</p>
<p>Para quem participou das reuniões de mesa para definição do espetáculo, foi possível assistir os processos mais díspares. Até que em certo momento da história teatral brasileira, adentrou as reuniões o esquema da criação coletiva.</p>
<p>O Teatro é um mistério e muitos elementos podem determinar seu sucesso ou seu fracasso. Um dos mais ativos agentes dos resultados positivos ou negativos é a família teatral. A composição, a energia, a simbiose criativa, a afetividade e, sobretudo, a ética do elenco que é a família teatral. Mas a grande experiência funcional do teatro é ter-se um diretor com uma idéia clara e bem composta, complexa e com propósito amadurecido e entusiasta.</p>
<p><span id="more-62"></span></p>
<p><a href="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/08/01133435.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-67" title="01133435" src="http://www.cyrodelnero.fashionbubbles.com/files/uploads/2008/08/01133435.jpg" alt="" width="423" height="284" /></a></p>
<p><em>Teatro Oficina</em></p>
<p>Algo extraordinário eram os primeiros encontros do elenco com seu diretor ao redor de uma mesa para ouvir pela primeira vez sobre o que fariam com o texto. Alguns diretores chegavam com a certeza do que se devia fazer e essa certeza chegava já em sua maturidade. Não havia nem sombra da possibilidade do diretor perguntar: o que vocês acham?</p>
<p>Flávio Rangel abria caminho como a proa de um navio no oceano das dúvidas. José Celso chega com a conversão à sua alucinação e a profetiza. Mas gloriosa era a experiência de ouvir na primeira reunião os sonhos de Ziembinsky. Ele trazia no bolso o registro da gênese das personagens de Charles Dickens e conhecia o passado de cada uma dessas personagens pelo menos há quatro gerações. E os atores ficavam procurando onde diabo Ziembinsky havia tirado toda aquela genealogia. Onde tudo aquilo estaria escrito? Ele havia tirado de si mesmo e da sua vivência dos textos teatrais.</p>
<p>Por Cyro Del Nero</p>
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