jul 31 2010

Nota de Falecimento

Publicado por às 11:18 em Uncategorized

PREZADOS AMIGOS.

É COM IMENSO PESAR QUE COMUNICO O FALECIMENTO DO NOSSO QUERIDO CENÓGRAFO, PROFESSOR, COLEGA E AMIGO CYRO DEL NERO, EM SÃO PAULO.

O SEU VELÓRIO SERÁ REALIZADO HOJE (31/08/2010), A PARTIR DAS 10 HORAS, A PEDIDO DELE, NO CREMATÓRIO DE GUARULHOS QUE FOI CENOGRAFICAMENTE CRIADO PELO MESMO.

ENDEREÇO:

CEMITÉRIO PRIMAVERAS, AV. OTÁVIO BRAGA DE MESQUITA, N° 3601 – JD. TABOÃO EM GUARULHOS.

PEÇO QUE VOCÊS DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS, EM HOMENAGEM A ELE.

5 comentários

5 comentários to “Nota de Falecimento”

  1. rodrigo pimentaon 01 ago 2010 at 22:49

    Envio meus pêsames à família, colaboradores e amigos. Trabalhei com Cyro como assistente durante a montagem da exposição Imigração Italiana no CCSP e aprendi muito com ele durante os meses em que passei no estúdio.
    Era uma grande inspiração vê-lo trabalhar. Meus sentimentos,
    Rodrigo Pimenta

  2. Carla Kerron 02 ago 2010 at 2:06

    Caríssimo Cyro,

    Onde quer que esteja, quero lhe agradecer por tudo o que me ensinou, pelos livros que me deu, por ter me “apresentado” a Umberto Eco, pela capa amarela, pela K-7 de George Winston, pelas incontáveis “mentiras” que contava ironicamente, por ter aguçado minha perspicácia, minha capacidade de dicernimento, pelos passeios em público em que brincávamos de escandalisar famílias desavisadas, pela chave de sua casa na rua Iraci e, por ter me deixado ir embora há 21 anos atrás. Valeu!

    Bjo,
    Carla

  3. Tulioon 02 ago 2010 at 8:21

    Certamente uma grande perda para todos os amantes da arte e da cultura.

    Um intelectual ímpar em nossa sociedade!

    Que ele fique em paz e alegre os céus com sua inteligência!

  4. Maurício Nerion 02 ago 2010 at 11:51

    Fiquei sabendo no domingo à noite, ao ler o jornal. Daria tudo para poder tê-lo conhecido, ainda que no caixão. Tristeza horrorosa é o mínimo que sinto. Boa viagem, descanse com os deuses.

  5. Paulo Farah Andréon 07 ago 2010 at 12:09

    Uma carta à família e aos amigos de Cyro del Nero
    Perdi um amigo e um mestre nesta noite que passou. Sofro como se fosse alguém de minha família. Pouco havia convivido com ele. Um semestre de aula na pós-graduação, duas visitas em sua casa. Uma para levar um texto sobre ética, tema de sua última aula no curso, e outra vez para levar um poema em sua homenagem.
    Cyro tinha a generosidade dos grandes homens. Ofereceu orientar meu mestrado, mas eu, com novo trabalho não pude aceitar. Ofereceu sua indicação, para eu conversar com o diretor Zé Renato, mas, eu tinha acabado de receber a notícia que iria ser pai, entre feliz e confuso, com ele não fui conversar. Acabei não aceitando suas generosas ofertas. Mas sempre tive a sensação ou ilusão que iria conviver com este querido mestre.
    Nasceu meu filho, e já fazia meses que queria levá-lo para Cyro conhecer, abençoar, mas Deus o levou antes. Estou aqui, nesta manhã de domingo, lembrando, com meu pequeno Vicente no colo, e trago a presença de Cyro, como pequenas lágrimas sobre a cabeça do menino. Fico com esta dor de perder este mestre de profissão, que nos abriu dentro de sua constelação, um profundo amor pela humanidade, com todos seus paradoxos.
    Bem, estou aqui escrevendo este pequeno Réquiem, com meu neném querendo pegar no caderno, e lembro de um dia que ao final da aula, seu filho chegou de viagem da Alemanha. Não sei porque presenciar este encontro me emocionou. Ele levava em torno de si uma aura que tornava a humanidade mais íntegra.
    Deus, de seu espaço infinito, deve estar querendo reformular nosso planetinha. E quem sabe, ele não chamou Cyro para fazer novas maquetes, projetar espaços para que o homem seja menos medíocre nesta sociedade capenga.
    Releio seu livro “Maquina para os Deuses”, e sei que vamos, ao nosso modo, dando continuidade, agradecendo o conhecimento herdado, celebrando e amando a vida e o teatro!

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